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CAMÕES (Luís de). OBRAS & RIMAS. Lisboa, António Craesbeeck, 1666-1669 - CAMÕES (Luís de) OBRAS de Luis de Camoes Principe dos Poetas Portugueses.. Com os argumentos do Lencenceado João Franco Barreto, & por elle eme[n]dadas em esta nova impressão, que comprehende todas as Obras, que deste insigne Autor se achàrão impressas, & manuscritas, com o Index dos nomes proprios. Lisboa: Por Antonio Craesbeeck de Mello, 1669. [ ]4, A-Z8, Aa4, a-i4, K3; [8], 376, 78 pp.; 195 mm. Encadernação moderna inteira de pele, decorada a seco nas pastas e na lombada a ouro; corte das folhas carminado; aparado; acidez e algumas manchas. RARA edição de Os Lusíadas publicada por António Craesbeeck. No mesmo ano, o impressor publicou outra edição com o mesmo título, diferindo no frontispício, que além de ‘Os Lusíadas’ tinha as restantes partes das Rimas. Como assinala Brito Aranha, a presente edição tem uma falha grave, tendo-se omitido a publicação das estâncias 91 a 98 do Canto V. ¶ Inocêncio, v.14, p. 78; José do Canto, 37 Junto com: CAMÕES (Luís de) RIMAS de Luis de Camões. Primeira, Segunda e Terceira Parte, nesta nova impressam emmendadas, & accrescentadas, pello Licenciado Joam Franco Barreto. Lisboa: Na Officina de António Craesbeeck de Mello, 1666-1669. [ ]2, A-Z8, [ ]2, A-N8, [ ]4, A4, B-F8, G2, I-H4, a11; [4], 368; [4], 208; [8], 108, [22] pp.; 185 mm. Uma das mais estimadas edições das Rimas de Luís de Camões. A primeira parte foi publicada em 1666, seguindo-se das segunda e terceira partes publicadas em 1669 e 1668, respectivamente. A terceira parte desta edição é exclusivamente dedicada a poesias inéditas de Camões e possui um caderno com 11 fólios extra que, segundo Brito Aranha, ”alguns bibliógrafos não sabem dar explicação.” De acordo com a opinião deste bibliógrafo, ”as 22 pág. se imprimiram muito depois, por se haverem encontrado as peças poéticas que n'ellas se incluíram, quando talvez o livro corresse já com as primeiras 108 pág., não advertindo o impressor que tornava defeituosa a edição.” Edição muito rara e procurada. ¶ Inocêncio, v. 14, p. 76